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7 de março de 2009

As mãos


As mãos. Pousadas sobre a mesa de um qualquer bar da cidade que nunca dorme. Tentando falar o que as palavras não conseguem. O sinal de algo mais. De um sorriso ou de um beijo. Ainda por chegar. As mãos na boca de cena. E a alma bem escondida nos bastidores.

R.


4 de março de 2009

O mundo nas mãos


O anjo consegue agora sangrar para o papel de nova forma... Com a ponta dos dedos e no telemóvel. O mundo (mesmo o dos anjos) está sempre em constante mudança. E agora as poeiras também podem ser móveis...

R.